resenhas online ISSN 2175-6694
215 ano 18, nov. 2019
R.S.V.P. ou,A expografia como obra de arteCotidiano, direito à cidade e campo profissionalPonto de Mutação e o sustentávelTrês pavilhões de Sérgio Bernardes

Neste novo livro ilustrado Juliana Russo nos apresenta um relato de um percurso em forma de caderno de campo. Uma caminhante que sai de casa e se depara com o inesgotável e inapreensível cotidiano urbano. Um livro relato. Um livro convite

A arquiteta Letícia de Carvalho Santos narra sua experiência como mediadora do educativo da 14ª edição da Bienal Naïfs do Brasil, ocorrida no Sesc Piracicaba em 2018

O presente artigo pretende chamar atenção para as contradições entre a premissa crítica da XII Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo – “Todo Dia” – e a aparente circunscrição da temática do cotidiano ao campo da arquitetura

O filme Ponto de Mutação de 1990, baseado na obra de Fritjof Capra de mesmo nome, traz questionamentos sobre o pensamento sistêmico e a visão científica mecanicista, a partir deste paralelo pode-se tecer uma conjunção com o conceito de sustentabilidade

Texto curatorial da exposição Três Pavilhões de Sérgio Bernardes, curadoria de Abilio Guerra e Fausto Sombra, Centro Histórico e Cultural Mackenzie, São Paulo, de 19 de setembro a 14 de novembro de 2019

R.S.V.P. ou,
Vamos aos trapos!
A expografia como obra de arte
14ª edição da Bienal Naïfs do Brasil no Sesc Piracicaba
Cotidiano, direito à cidade e campo profissional
Questões para todo dia
Ponto de Mutação e o sustentável
Três pavilhões de Sérgio Bernardes
Exposição no Centro Histórico e Cultural Mackenzie