resenhas online ISSN 2175-6694
184 ano 16, abr. 2017
Kirchgässner, um modernista solitárioModernidades amazônicasUma fábula sobre Vilanova ArtigasArquitetura e resistência em AquariusO último céuA capacidade de “escutar” o monumento

A exposição “Kirchgässner, um modernista solitário”, com curadoria de Salvador Gnoato, apresenta a obra do arquiteto alemão Frederico Kirchgässner, autor das primeiras casas modernistas de Curitiba, dentro do espírito vanguardista alemão dos anos 1920

O II Seminário de Arquitetura Moderna na Amazônia buscou a interação de pesquisadores brasileiros reunindo estudantes, profissionais e docentes em conferências, palestras, mesas de discussão e apresentação de artigos e pôsteres em Palmas TO.

Durante o lançamento do livro Vilanova Artigas – casas paulistas, os depoimentos de Rosa Artigas, Paulo Mendes da Rocha, Marcos Acayaba, Ruy Ohtake, Vera Lucia Domschke e Francisco Petracco sugeriram uma fábula com sua infalível moral da história

O filme Aquarius, do diretor Kleber Mendonça, alinha cidade, arquitetura e resistência, fazendo uma crônica da vida cotidiana

O escritor Milton Hatoum comenta o livro “A queda do céu – palavras de um xamã yanomami”, de Davi Kopenawa e Bruce Albert, com tradução de Beatriz Perrone-Moisés e prefácio de Eduardo Viveiros de Castro.

A resenha ressalta aspectos do livro de Carbonara, sobre os limites entre a salvaguarda e conservação do passado e a criatividade projetual na ação de restauro, tema recorrente no cenário da produção arquitetônica atual

Kirchgässner, um modernista solitário
Modernidades amazônicas
Sobre o II Seminário de Arquitetura Moderna na Amazônia
Uma fábula sobre Vilanova Artigas
Um texto mentiroso para uma história verdadeira
Arquitetura e resistência em Aquarius
O último céu
A capacidade de “escutar” o monumento
O limite entre a criatividade projetual do novo e a conservação do antigo na obra de Giovanni Carbonara