minha cidade ISSN 1982-9922
233 ano 20, dez. 2019
A memória LGBTQ apagadaGestão Bruno Covas entrega Zona Azul por 15 anos a um monopólioUrbanismo, linguagem e poderLiminar que paralisa a mudança do zoneamento é positiva para São PauloDa cobertura vislumbraremos as crises da cidade

O Mirante 9 de Julho, monumento paulistano representativo da comunidade LGBTQ, foi recentemente reocupado e é um exemplo da técnica de controle e silenciamento da memória coletiva associada a lugares, especificamente quando relacionada a minorias sexuais

A gestão do prefeito Bruno Covas abriu licitação para o serviço de zona azul de São Paulo direcionada para uma única empresa privada de estacionamento, a Estapar, controlada pelo banco BTG

O urbanista João Soares Pena comenta o “analfabetismo urbanístico”, termo de Ermínia Maricato para o desconhecimento do cidadão médio em relação aos problemas complexos presentes na gestão pública do município

O arquiteto e escritor Milton Hatoum traça retrospecto da desastrosa ocupação da Amazônia brasileira, que tem como momento especialmente danoso o atual governo federal.

O arquiteto Nabil Bonduki, professor da FAU USP, comenta as tentativas do prefeito Bruno Covas em mudar o atual Plano Diretor Estratégico em benefício do mercado imobiliário

Ao discutir a proposta de revisão do Zoneamento de São Paulo, Fernando de Mello Franco afirma ser um equívoco reduzir a política urbana à questão imobiliária, permitindo que o interesse de poucos prevaleça sobre o interesse coletivo

A memória LGBTQ apagada
Mirante 9 de Julho, São Paulo
Gestão Bruno Covas entrega Zona Azul por 15 anos a um monopólio
40% do valor total da concessão será antecipado
Urbanismo, linguagem e poder
Amazônia
Uma catástrofe que se aproxima
Liminar que paralisa a mudança do zoneamento é positiva para São Paulo
Da cobertura vislumbraremos as crises da cidade
Sobre a temerária revisão do Zoneamento