minha cidade ISSN 1982-9922
187 ano 16, fev. 2016
Zona Norte de NatalGeopoética no centro histórico de São PauloSete cenas paulistanas: lixo, lixeiros, orelhão, quadro com vidro trincado, estátuas, praia de asfalto, Mario de AndradeEspaços de usufruto público nos empreendimentos privadosAcabou-se o que era doceAs nascentes no código florestal

Este estudo objetiva refletir sobre os problemas de mobilidade urbana da população que reside na Região Administrativa Norte de Natal. O déficit de políticas públicas tem promovido uma piora na qualidade de vida urbana da população que reside nesta área

Este é o segundo de uma série de cinco artigos que descrevem, em cinco pausas, o Pateo do Collegio, no Centro Histórico de São Paulo. A segunda pausa é a Praça Ilhas Canárias

Em crônicas escritas durante andanças pela cidade, Abilio Guerra comenta aspectos diversos da vida urbana – lixo, lixeiros, orelhão, quadro com vidro trincado, estátuas, praia de asfalto e Mario de Andrade etc. –, sempre buscando algum ensinamento

Reflexão sobre as relações das pessoas com os espaços de usufruto público implantados nos empreendimentos privados. Neste artigo há exemplo do que ocorre em um empreendimento de São Paulo e as relações de segregação ou integração no espaço

Em um quadro econômico onde a situação se deteriora a cada dia, o bom humor da sociedade se evapora, os pseudodemocratas de direita e os fascistas de esquerda dispensam o diálogo imprescindível nos regimes democráticos, as cidades empobrecem

Álvaro Rodrigues dos Santos discorda da mudança do código florestal em relação às nascentes intermitentes, pois cria confusões ao interpretar erroneamente a relevância de protegê-las

Zona Norte de Natal
Em busca da mobilidade perdida
Geopoética no centro histórico de São Paulo
A segunda pausa do Pateo do Collegio, a Praça Ilhas Canárias
Sete cenas paulistanas: lixo, lixeiros, orelhão, quadro com vidro trincado, estátuas, praia de asfalto, Mario de Andrade
Crônicas de andarilho 6
Espaços de usufruto público nos empreendimentos privados
Integração ou segregação?
Acabou-se o que era doce
A velha cordialidade brasileira sucumbiu?
As nascentes no código florestal
Uma proposta para a boa solução do “imbróglio” criado