arquitextos ISSN 1809-6298
258 ano 22, nov. 2021
Financeirização e velocidades na metrópole de CampinasFavela e pandemiaO fio de AriadneNas alturasCaminhabilidade, o que é?As implicações do conceito passive house no projeto arquitetônicoEspaços públicosLiceus de Artes e Ofícios do Rio de Janeiro e de São PauloDo templo ao museu

Este artigo analisa a financeirização metropolitana atrelada às altas velocidades por meio da Rodovia Dom Pedro em que se observa a fragilização das relações socioespaciais e do direito à circulação, contribuindo para um desmanche territorial

O presente artigo tem por objetivo evidenciar como as estruturas históricas de desigualdade amplificam os efeitos da pandemia de coronavírus sobre a população habitante das favelas brasileiras, além da busca de vias para seu definitivo enfrentamento

A experiência cartográfica compartilhada neste ensaio busca emergir um processo de conhecimento sobre as cidades pequenas. Expressa pelo movimento do ritornelo, é composta e fabulada, metaforicamente por: bagagem, diário de bordo, coletâneas e mapa

Em Copacabana se construiu um imaginário de diferenciação social e estilo de vida associado ao beira-mar e à residência em apartamentos que influenciou o modo pela qual a dinâmica social e imobiliária se desenvolveu nesta parte da cidade

O objetivo deste artigo é sanar as dúvidas referentes ao conceito de caminhabilidade e difundir os ideais da mobilidade a pé. Salientamos que este é um elemento muito mais relevante do que se supõe para a qualidade da mobilidade urbana na cidade

O conceito passive house tem sido amplamente adotado como resposta das edificações às necessidades energéticas e ambientais mundiais. O estudo discute quais as interferências do uso desse conceito construtivo no projeto arquitetônico

Esse trabalho visa estudar discursos e narrativas, trazendo elucidações para o debate e fazendo uma leitura do contexto da pandemia do coronavírus e sua relação com os espaços públicos hoje e na história

O presente artigo trata da história de duas escolas para trabalhadores da construção civil no Brasil, no transcurso entre meados do século 19 e início do 20. Criadas em contextos diferentes, as escolas representavam duas pedagogias diferentes

Este artigo busca reflexões sobre diferentes identidades judaicas transpostas às formas arquitetônicas através de um olhar sobre o edifício do Templo Beth El e suas decorrentes transformações realizadas para sediar o Museu Judaico de São Paulo

Financeirização e velocidades na metrópole de Campinas
Favela e pandemia
O agravante da problemática do coronavírus para os assentamentos precários das nossas cidades
O fio de Ariadne
Uma experiência cartográfica das cidades pequenas
Nas alturas
O apartamento à beira-mar e a verticalização de Copacabana
Caminhabilidade, o que é?
As implicações do conceito passive house no projeto arquitetônico
Espaços públicos
Ausências, presenças e digressões na pandemia do Coronavírus
Liceus de Artes e Ofícios do Rio de Janeiro e de São Paulo
Contexto diverso, pedagogia diversa
Do templo ao museu
Identidade Judaica e Arquitetura no caso do Templo Beth El / Museu Judaico de São Paulo