arquitextos ISSN 1809-6298
248 ano 21, jan. 2021
Urbanização em CampinasAttílio Corrêa Lima e David Xavier AzambujaCalçadas: espaços públicos acessíveis ou barreiras arquitetônicas?Brasília 60 anosSalvem Estelita!

O artigo problematiza a urbanização em Campinas, compreendendo-a como um processo histórico multifatorial. Revela como o rodoviarismo e a especulação imobiliária desenharam uma cidade extensa, dispersa, fragmentada e socioespacialmente segregada

Objetivou-se entender o ensino de paisagismo no Rio de Janeiro, e descobriu-se que foi introduzido na Escola Nacional de Belas Artes, em 1930, e em 1935, houve um curso de especialização na Universidade do Distrito Federal

O artigo propôs-se a realizar uma revisão sistemática de pesquisas que avaliaram calçadas, identificando os métodos e parâmetros utilizados, a fim de se ter diretrizes para instrumentos urbanísticos, voltados para a acessibilidade de calçadas

Aldo Paviani, geógrafo e professor aposentado da UnB, faz um cuidadoso balanço da evolução urbana da capital federal e dos desdobramentos da pandemia na realidade atual da cidade

Cecilia Rodrigues dos Santos e Claudia Lage traçam histórico do Cais Estelita desde a ocupação holandesa, explicando aspectos técnicos da preservação do patrimônio, incluindo o movimento Ocupe Estelita e as ações do poder público e iniciativa privada

Urbanização em Campinas
Como se construiu uma anticidade dispersa, fragmentada, extensiva e segregada
Attílio Corrêa Lima e David Xavier Azambuja
Pioneiros na institucionalização da arquitetura paisagística no Brasil
Calçadas: espaços públicos acessíveis ou barreiras arquitetônicas?
Uma revisão sistemática
Brasília 60 anos
Tempos de pandemia e confinamento social
Salvem Estelita!
Patrimônio cultural do Brasil em risco