arquitextos ISSN 1809-6298
225 ano 19, fev. 2019
Reflexões sobre a plenitude e a insuficiência dos espaços urbanosO edifício do Banespa em MaringáPreservar e tombarTrês pontos determinam um plano, mas cinco pontos não determinam uma obra de arquitetura

Há um inegável processo de estandardização das soluções adotadas à transformação em parques de plataformas viárias elevadas no mundo. E se analisássemos esse fenômeno a partir de uma dimensão onto-teleológica?

Análise do edifício do Banespa de Paulo Mendes da Rocha, a partir de redesenhos e pesquisa exploratória. Registra seus aspectos técnicos, históricos e plásticos explicitando a qualidade arquitetônica e procurando a salvaguarda na jovem cidade

Este artigo consiste em uma problematização do instrumento de tombamento a partir do estudo de caso do processo de proteção da Igreja de São Miguel Arcanjo, localizada em terra indígena Potiguara, em Baía da Traição, Paraíba PB

O artigo discute a obra de Artacho Jurado a partir ade uma leitura do Edifício Viadutos (1951). Reflexiona sobre o debate acerca do enquadramento e em que medida a obra do arquiteto esteve alinhada ao movimento moderno

Reflexões sobre a plenitude e a insuficiência dos espaços urbanos
Os casos do elevado João Goulart em São Paulo e do High Line, em Nova York
O edifício do Banespa em Maringá
Uma obra pouco conhecida de Paulo Mendes da Rocha
Preservar e tombar
A Igreja de São Miguel Arcanjo entre o tombamento e a ruína
Três pontos determinam um plano, mas cinco pontos não determinam uma obra de arquitetura
Edifício Viadutos de Artacho Jurado