arquitextos ISSN 1809-6298
201 ano 17, fev. 2017
Ordenamentos urbanos nas Missões Jesuíticas dos Guarani – parte 2Arquitetura vernacularArquiteturas do vazio... e sempre a BauhausIdentidade profissional e formação do arquitetoSão Paulo Railway 150 anos

Segunda parte de artigo sobre os ordenamentos urbanos nas Missões Jesuíticas dos Guarani, considerando a política urbanizadora espanhola e a cultura local para compreender a tipologia urbana missioneira

Propomos, neste artigo, uma definição da arquitetura vernacular a partir da exposição de algumas de suas características essenciais. De certa forma polêmico, o termo “vernacular” demanda ponderações e delimitações quando aplicado à arquitetura

A aplicação do conceito vazio urbano aos territórios que se caracterizam pela ausência de construções ou pela deterioração das existentes, significa restringir por demais o olhar, desse excluindo um número expressivo de variadas arquiteturas da cidade

O artigo objetiva contestar o lugar contemporâneo ainda reservado à Bauhaus, como iniciadora de uma prática pedagógica revolucionária e locus do Moderno, a partir da recente publicação “On the Bauhaus trail in Germany” pelo The New York Times

O processo histórico da emergência da identidade profissional e a crise atual. Formação profissional, modelos didáticos e dilemas identitários. Identidade e diferença. Os modelos integracionista e autonomista. Disciplinas e campos de forças disciplinares

A São Paulo Railway fez 150 anos no dia 16 de fevereiro. Primeira via férrea instalada no Estado de São Paulo, tornou-se Estrada de Ferro Santos-Jundiaí em 1946, sendo incorporada à Rede Ferroviária Federal em 2007. Seu patrimônio encontra-se ameaçado

Ordenamentos urbanos nas Missões Jesuíticas dos Guarani – parte 2
Arquitetura vernacular
Em busca de uma definição
Arquiteturas do vazio
... e sempre a Bauhaus
Identidade profissional e formação do arquiteto
Dilemas contemporâneos
São Paulo Railway 150 anos
Patrimônio industrial ferroviário ameaçado