arquitextos ISSN 1809-6298
185 ano 16, out. 2015
Sobre a erudição (parte 4/4)Museu de Arte do Rio – MARAfinal, a primitiva capela jesuítica do Embu tinha ou não tinha torre?O projeto de teatro de Ludwig Mies van der RoheDevolvendo a cidade para as pessoasConstruir e viver a arquiteturaDesign de superfícieDe bica a Parque Zoobotânico Arruda CâmaraPatrimônio cultural em São Paulo: resgate do contemporâneo?

O tema da erudição é antigo, ainda que ficou adormecido durante anos. Mas o erudito como ator ativo do mundo cultural nunca desapareceu, e teve um momento de recuperação quando pensadores como Tafuri decidiram romper com a historiografia tradicional

O artigo discute aspectos do projeto do Museu de Arte do Rio (MAR), partindo de abordagens contemporâneas para o conceito de híbrido, e tecendo observações acerca do relacionamento deste objeto arquitetônico com o território em que está inserido

Texto retoma controvérsia sobre a origem da preservação do patrimônio cultural brasileiro. As primeiras restaurações de monumentos têm sido revisadas e criticadas. Esse trabalho opõe-se a essa linha fundamentando suas análises em rica pesquisa documental

O texto trata sobre o projeto de teatro desenvolvido por Mies van der Rohe para uma individual no Museu de Arte Moderna de Nova Iorque (MoMA NY). Relacionando-o com projetos posteriores e anteriores

Este artigo traz discussões acerca de conceitos e diretrizes urbanas que deveriam ser considerados em projetos de requalificação de bairros históricos portuários, tendo como estudo de caso a cidade de Pelotas no estado do Rio Grande do Sul

Em um workshop realizado em uma universidade, arquitetos e futuros arquitetos projetaram, construíram e habitaram uma estrutura inflável em escala arquitetônica. O artigo relaciona as experiências vividas com tópicos do campo da Arquitetura e Urbanismo

Este artigo aborda questões estéticas ligadas ao espaço e à noção de produto como objeto que se insere e se constrói na subjetividade, privilegiando as superfícies enquanto produto

Registro histórico do Parque Zoobotânico Arruda Câmara que visa relacionar sua origem com a preservação da Fonte do Tambiá, a qual integrava o antigo e precário sistema de abastecimento d’água potável existente em João Pessoa entre os séculos XVIII-XIX

Este artigo analisa os antecedentes e a história do DPH, criado por Mário de Andrade em 1935, e propõe a tese de que houve uma involução da política, procedimentos e ferramentas do patrimônio histórico municipal, que se busca reverter

Sobre a erudição (parte 4/4)
As histórias sobre a arquitetura moderna sem erudição, 1980-2010
Museu de Arte do Rio – MAR
Um híbrido na praça Mauá
Afinal, a primitiva capela jesuítica do Embu tinha ou não tinha torre?
O projeto de teatro de Ludwig Mies van der Rohe
Devolvendo a cidade para as pessoas
Diretrizes de desenho urbano para a requalificação de um bairro histórico portuário
Construir e viver a arquitetura
Relatos de um workshop em ambiente universitário
Design de superfície
Uma experiência tridimensional
De bica a Parque Zoobotânico Arruda Câmara
Origens e evolução do primeiro parque urbano de João Pessoa PB
Patrimônio cultural em São Paulo: resgate do contemporâneo?