arquitextos ISSN 1809-6298
112 ano 10, set. 2009
Caminho e identidade na arquitetura doméstica em Portugal: ensaio sobre a casa em Vila Marim (1)O Museu de Arte de São Paulo: o museu transparente e a dessacralização da arteEstudo comparativo em habitação de interesse social:Oscilando entre o ser e o nada: a questão do espaço hodológico no pensamento de SartreSuperquadra: vida suspensaDos mosaicos às curvas: a estética modernista na Arquitetura residencial de Belém (1)Wiederaufbau: a Alemanha e o sentido da reconstruçãoCidade e memória: do urbanismo “arrasa-quarteirão” à questão do lugar (1)

Sobre a casa em Vila Marim, na região norte de Portugal, com a intenção de clarificar a sua semântica ou seja, o significado dos dispositivos espaciais manipulados e de enquadrar a sua utilização na produção arquitetônica portuguesa do último século

Renato Anelli discute o papel do MASP, projeto da arquiteta Lina Bo Bardi, enquanto museu transparente (em sua concepção original) para a cultura brasileira na segunda metade do Séc. XX e a atualidade dessa concepção

O artigo refere-se às questões de planejamento urbano, de arquitetura e de urbanismo em habitação de interesse social e traz algumas breves considerações sobre atuação governamental

O espaço no pensamento do filósofo francês Jean-Paul Sartre em dois de seus livros, "Esboço para uma teoria das emoções", publicado pela primeira vez em 1939, e "O ser e o nada", de 1943

O modo de morar em superquadra sob a perspectiva da população residente. O estudo analisa os aspectos físicos, funcionais e sintácticos dos espaços habitacionais, salientando sua influência no uso destes espaços

O artigo explora a formação da arquitetura moderna em Belém em seus aspectos formais, analisando os modelos estruturais formadores da concepção moderna na arquitetura

A segunda parte do artigo a respeito da reconstrução integral ou parcial de edifícios em sua evolução na história do patrimônio arquitetônico com especificidade no caso da Alemanha

A mudança de paradigmas no campo do urbanismo que levou, por um lado, a uma revalorização de questões como a memória e a identidade dos lugares e, por outro, à emergência de intervenções pontuais e elitizantes