arquitextos ISSN 1809-6298
046 ano 04, mar. 2004
El gato y el ratón. Ambulantes urbanos y poder municipal (1)Rio de Janeiro Metropolitano: añoranzas de la “Cidade Maravilhosa”Centro Eisemann: em contraposição ao espaço anônimoConfigurações urbanas cenográficas e o fenômeno da “gentrificação”Desenhando cidades na era dos vôos econômicosCasa Mariante em Aldeia da Serra, projeto de MMBB Arquitetos

En las ciudades americanas, la reunión y movimiento de personajes ambulantes, historicamente se ha constituído como elemento principal en la construcción del imaginario de la calle, ni siempre coincidiendo con el poder gubernamental

Rio de Janeiro es la única metrópolis en el mundo cuya iconicidad no se refiere a un símbolo arquitectónico: dos "morros" predominantes han identificado el skyline urbano - el Pão de Açúcar y el Corcovado

Richardson, Texas, tem outro problema. Já não queria mais ser um subúrbio, subproduto do corredor Telecom. O arquiteto Eurico R. Francisco desenhou o gérmen da solução

As políticas de renovação urbana, ao dotarem os espaços públicos de melhorias da infra-estrutura e contratando renomados arquitetos internacionais, acabam muitas vezes construindo citações pós-modernas, verdadeiras ficções de lugares coletivos

A partir da década de 80, muitas cidades européias passaram a promover o turismo. Planos estratégicos, programas e projetos urbanos, aliados a agressivas campanhas de marketing passaram a promover essas cidades em suas regiões, em seus países, e no mundo

Em um lócus cheio de árvores homogêneas típicas de reflorestamento, a casa Mariante, um caixote de concreto e vidro, partido projetual tão ao gosto dos arquitetos modernos de São Paulo, é uma aparição estranha e incômoda