Silvia Ferreira Santos Wolff
7 artigos publicados
minha cidade 1 artigo
23.274 O papel do arquiteto em conselhos de preservação
Apresentação no II Encontro sobre Patrimônio Cultural, Arquitetura e Urbanismo do CAU/SP
Apresentação de Silvia Wolff no II Encontro sobre Patrimônio Cultural, Arquitetura e Urbanismo do CAU/SP, com participações de Nadia Somekh, Leonardo Castriota, Renato Anelli, Silvio Oksman, Sabrina Fontenele, Sylvia Ficher, Monica Junqueira e outros.
drops 1 artigo
23.182 Os méritos de Carlos Lemos
Reconhecimento da FAU USP à contribuição do professor ao ensino e ao patrimônio cultural brasileiro
Texto de Silvia Wolff, lido durante a cerimônia ocorrida no dia 25 de novembro de 2022, quando a FAU USP outorgou título de Professor Emérito da Universidade de São Paulo a Carlos Lemos
arquitextos 3 artigos
23.268 “O seu, o meu, o nosso...” ou Terra de quem?
Interesses públicos (e privados) no Pacaembu
O Complexo Esportivo do Pacaembu que, cumprindo os desígnios propostos por Paulo Duarte, era acessível a qualquer cidadão paulistano, hoje tem futuro incerto.
21.243 A preservação de prédios de escolas públicas
O Memória Escolar identifica prédios e orienta a restauração, ampliação ou demolição de reformas equivocadas, além de colher depoimentos, identificar e valorizar objetos e coleções pedagógicas, registros fotográficos e organizar acervos.
17.194 A preservação do patrimônio moderno no Estado de São Paulo pelo Condephaat
O trabalho aborda a preservação oficial de edificações de arquitetura moderna no âmbito do Condephaat, órgão de preservação do Governo do Estado de São Paulo ao longo de sua trajetória desde 1968.
resenhas online 1 artigo
15.172 Refletindo sobre a preservação do legado do Jardim América
Para a publicação da segunda edição do livro Jardim América, a autora Sylvia Wolff escreve nova apresentação, refletindo sobre a preservação do legado do empreendimento.
arquiteturismo 1 artigo
05.049 Velho e novo
Renovação do centro de Munique
Em Munique depois de muitas vezes revisitada, as sutis mudanças da cidade passaram a surpreender as autoras, que a viam como algo acabado, “meio como um presépio”